06 julho 2007

Em tempo

Para que não passe batido, além do Paulo Odone, essa historia do Britto teve como mentor aquele que até algum tempo atrás tinha uma biografia inatacável: Fábio Koff.
Mas esse é apenas mais um lamentável capítulo da sua biografia recente. Desde que deixou a presidência do Grêmio em 1997, Koff tem protagonizado uma série de episódios lamentáveis. A começar pela Copa do Mundo, em 1998, quando ele era o chefe da delegação. Koff foi signatário da nota mentirosa que afirmava que Ronaldo Nazário não disputaria a partida final por causa de uma lesão no tornozelo. Depois, foi o responsável pela vergonhosa Copa João Havelange, em 2000. Alguns anos mais tarde, em meio à crise que o Grêmio vivia no final da suposta gestão Obino, Koff e Cacalo lançaram uma chapa para o conselho deliberativo, iludindo os eleitores ao darem a entender que Koff retornaria à presidência do clube. Mas a manobra visava apenas diminuir o poder do grupo de José Alberto Guerreiro, pois na hora da eleição, quando o clube realmente precisaria da ajuda de Koff, ele não se apresentou.
Agora ele protagoniza essa palhaçada. Ao lado dele, aquela jóia do Cacalo, que transformou o Grêmio multicampeão de Koff em um time à beira do rebaixamento em 1997, ao vender Carlos Miguel, Paulo Nunes e Émerson para trazer Beto, Sérgio Manoel e Robert.

4 comentários:

elbarto disse...

e o guilherme cachaça tb.

Jorge disse...

Caro Kayser!Vinha ouvindo o sala de redação e ouvi o Santana definir o anúncio, da junta militar (Cacalo, Koff e Odone) como entronização do Britto. Mas ele ironicamente deu gozado no trio por terem subestimado a reação da torcida. Acho que a coisa se complicou para o lado deles, mas o gremismo exige a eterna paranóia. Sobre o Koff assino embaixo e da lista dos feitos do Cacalo esquecestes (como o PDV) do Silva, do Jacaré e do Hélio dos Anjos.

Jens disse...

Eu fora. Tô assistindo de camarote.

Rodrigo Cardia disse...

Boa! É preciso lembrar isso, que eu mesmo não lembrava nessa indignação contra o Britto. Aquele monstrengo da Copa João Havelange foi obra do Koff, a bagunça da Seleção de 1998 também...
Vou linkar no Cão Uivador.

Abraços